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Diário de Bordo – Concurso Analista Judiciário e Técnico Judiciário TRF da 1ª Região

Olá, concurseiros. Hoje vou relatar uma experiência bastante pessoal. Prestei o concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região para os cargos de Analista Judiciário – área judiciária e Técnico Judiciário – área administrativa em Belo Horizonte – MG.

As emoções do concurso já começaram na véspera, ou seja, no sábado. Como ia para BH de avião, saí com bastante antecedência de casa para chegar ao aeroporto. No entanto, no trajeto para lá, perdi cerca de 40 (quarenta) minutos em um engarrafamento monstruoso. Foi desesperador!

Felizmente, meu tio, que generosamente se ofereceu para me levar de carro até lá, fez alguns desvios de rota, com o auxílio do GPS e chegamos a tempo. Apesar de ter passado um sufoco, consegui chegar na terra do pão de queijo.

Depois de algumas baldeações entre ônibus e táxi, consegui chegar ao meu hotel. Encontrei com um casal de amigos concurseiros muito queridos. Jantei com eles no shopping perto dali, matei a saudade e fui dormir.

No meio da madrugada, acordei e não consegui mais pregar os olhos. Comecei a ficar nervosa e com receio de sentir sono no meio das provas e, por isso, não conseguir me concentrar.

Ainda bem que, ao me levantar e tomar banho, consegui espantar essa sensação ruim. Estava pronta para o combate!

Tomei café da manhã e fui embora do hotel. Eis que novas emoções acontecem. Não havia táxis! Não adiantava chamá-los pelo aplicativo ou telefonar para as cooperativas. Todos estavam ocupados.

Felizmente, meu amigo, que também ia fazer prova, teve a ideia de parar um táxi que passava por lá e que estava com um passageiro dentro. Ele também estava indo prestar o concurso e foi muito gentil conosco, tendo aceitado dividir a corrida.

Não pense que os momentos de adrenalina acabaram, pois andamos um bom trecho e depois ficamos parados em um engarrafamento. Os concurseiros pararam Belo Horizonte!

Pensávamos que não conseguiríamos prestar o concurso, quando o motorista encontrou um caminho alternativo. Chegamos à Universidade Federal de Minas Gerais faltando 15 minutos para fecharem os portões. Fiz a prova e tudo correu bem.

O horário do almoço também não foi fácil. Não havia lugar próximo para fazer uma refeição. O jeito era comer no restaurante ou na lanchonete que funciona dentro da UFMG. Como as filas de ambos lugares estavam gigantescas, optei pela que estava menor, qual seja, da lanchonete.

Depois de uma hora em pé, consegui comprar um hambúrguer de forno e um refrigerante. Comi o lanche em 10 (dez) minutos e já me encaminhei até a sala da prova da tarde.

Chegando lá, o sono resolveu aparecer com força. Na primeira hora de prova, meus olhos começaram a embaçar. Eu era obrigada a ler umas 3 (três) vezes a mesma questão para poder entendê-la.

Ainda bem que eu fui despertando aos poucos e consegui, até mesmo, terminar a prova, fazer revisão e sair antes do horário final. Quanta superação!

A respeito das impressões sobre as duas provas, posso dizer que são as melhores possíveis. Creio que ainda não tenha chegado o meu momento de brilhar, mas sinto grande satisfação em perceber meu progresso nos estudos. Tenho muito o que aprender.

Aliás, o curso do Master está me ajudando muito nesta caminhada! Um dos temas tratados na aula do professor Alexandre Flexa do curso de informativos do STF e STJ caiu na prova. Obrigada!!!

Resumo da Ópera: Que bom que, apesar de todos os percalços, tudo deu certo. No entanto, fica a lição de sempre ter muito mais cuidado aos mínimos detalhes, pois eles podem fazer a diferença para a aprovação.

Sobre Raquel Monteiro

Raquel Monteiro, é advogada pós-graduada em Direito Público pela Universidade Gama Filho, blogueira do Concurseiro Solitário. Já foi oficial da Marinha do Brasil e agora, todas as quintas, posta aqui no Master as vicissitudes da vida de uma legítima concurseira carioca.

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